Quanto mais me aproximo dos homens,
mais quero ficar perto das crianças.
Dois dedos esticados na mão lançada para cima : autos!
E um eco do peito, uma certeza: a pior fantasia é a adultecida,
é preciso despir enganos, colher raiz. Me dou o direito
como quem bebe alforria feito medicamento.
Como o poeta: ”não quero ser nada”, [...]
Posts de Novembro, 2008
parar f(r)ases
Publicado em Livre de categorias em Novembro 28, 2008 | 2 Comentários »
Dos tremores
Publicado em Ao pé do ouvido em Novembro 14, 2008 | Deixar um comentário »
Sem abalos sísmicos, faz favor. Era tudo o que o filete de doçura bruta tinha a revindicar como trato. Coisa tão fina quanto o vôo de um passarinho, certeira busca sutil sem mapa – boas doses de prolixia servem na medida do necessário para desnortear o raciocínio e subjulgar tudo aos sentidos. Embora quanto labirinto não se invente [...]

